quinta-feira, 26 de abril de 2012

Comidinhas: Polônia em São Paulo

Eu sou descendente de polonês, além de ucraniano, italiano, português e índio: uma legítima vira-lata... mas não vem ao caso no momento.

Neste post falo só da parte do meu sangue polonês: desde que era “pequenininha” ( de idade ), ouvia minha tia Mena e meu pai falarem algumas palavras polonesas, mas não me lembro de ter comido comida polonesa, a não ser depois que fiquei “maior” (de idade ) e comi o pierogi ( se lê pirogui ) do Miro, em Curitiba. Lá descobri um restaurante polonês, o Durski, mas devido as minhas condições financeiras, não foi possível conhecer a culinária na época, pois este restaurante é bem “carinho”.

Ahhh, esqueci de explicar: o que é um pierogi? Pierogi é uma delicada massa polonesa fresca, em formato de meia lua, recheada, cozida e servida com molho.

Depois, a alguns anos atrás, acho que uns 2, descobri um restaurante polonês no Rio de Janeiro, em Copacabana, o A Polonesa ( Rua Hilário de Gouveia, 116, Copacabana. F: 21 2547-7378. ). Um restaurante escondidinho, simples e aconchegante. Fui bem atendida, e lá que foi a primeira vez que comi uma legítima comida polonesa.  Pedi o mais tradicional possível, de entrada a sopa de beterraba, Barszcz ( que não sei como se pronuncia isto ), e de prato principal o strogonoff que, parece com o nosso, mas tem um tempero diferente.

Bem, mas não é bem deste restaurante que queria falar... acontece que em SP não tinha unzinho restaurante polonês. Um absurdo, considerando que são Paulo é a capital gastronômica do país.

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Então é aí que surge o Restaurante Maria Escaleira ( Rua Conego Eugenio Leite 1055, Pinheiros/SP Tel.(11)2364-9913 ).

Não é bem um restaurante polonês, é polonês e leste europeu, mas o chef é polonês e é isto o que importa.

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Pedimos de entrada o Pão Hungaro (Langos Bread), que parecem uns bolinhos de chuva (carinhosamente apelidado por nós ), e acompanha um creme de queijo com alho e geléia de cebola roxa. Bom, pelo nome se percebe que não é polonês.

De prato principal, pedimos o strogonoff Maria Escaleira e Pierogi. Ahhh, não tirei foto pois a bateria do celular acabou... Snif... prometo voltar lá e comer tudo novamente e tirar fotos... hihihi!!!!

O interessante é que os pratos são individuais, e na minha opinião, não são caros, entre 23 e 28 reais.

Fomos bem atendidos, não estava cheio e a comida estava uma delícia, nem preciso falar.

Ai... me deu fome!

quinta-feira, 22 de março de 2012

Cachorro na Lixeira?

Esta é uma super campanha da ONG Cão Sem Dono contra o Abandono de Animais. Animal não é LIXO. Com uma câmera escondida .....Veja a reação das pessoas ao ouvir um latido que vem.....Assistam ! Ajudem a divulgar.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Le strade per godere della vista

Praticando um pouco do meu poverino italiano... em português, clique aqui.

 

Qui sotto sono descritti due viaggi in Brasile, dove la destinazione è semplicemente il percorso..

Estrada da Graciosa (PR) – PR-410

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In passato era un antico cammino tracciato da avventurieri per poter passare dall' altopiano al litorale dello stato, che collega le città di Curitiba alle due città: Morretes e Antonina. Adesso è una strada piena di ruscelli, cascate, animali e fiori, che passa atravverso un tratto di foresta pluviale preservata: tale foresta in Brasile è chiamata Mata Atlântica che in parte è stata dichiarata dall’ UNESCO Riserva della Biosfera . Sono aprossimatamente trenta chilometri di una stradina fatta di ciottoli e densa di tornanti. In primavera, la collina è circondata dal colore delle ortensie rosa e viola. Lungo la strada, ci sono sette posticini attrezzati di strutture ricreative.

Serra do Rio do Rastro (SC) – SC-438

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La strada collega Lauro Muller e Bom Jardim da Serra. Se una nebbia testarda e fastidiosa fosse presente sulla Lauro Muller e se crede che questo rovinerà il tuo viaggio: Non fermarti. Quando arriverài più in alto, in montagna, non avrai bisogno di preoccuparti. Ma fa' molta attenzione, inizialmente sono 16 km tranquilli di asfalto, ma la parte più bella è in cemento con ripide salite, varie curve e visuali magnifiche. Ogni curva di 180 gradi esige una sosta fotografica. Lassù in cima, una sosta per una cioccolata calda nell’ unico bar che c'è li. Dalla cima, in giorni molto limpidi, si può vedere la spiaggia così da vicino che sembra che sia possibile toccarla.

terça-feira, 20 de março de 2012

Comidinhas: Brigadeiro Gourmet

Para os loucos por brigadeiros, aqui algumas receitas “surrupiadas” de um livro de brigadeiros gourmet. Ainda não fiz nenhum deles, estou de dieta, lembram? Se alguém fizer posta um comentário, estou curiosa...

Brigadeiro de Café

Ingredientes
1 lata de leite condensado
1 gema
200ml de café expresso
50g de chocolate em pó 100% cacau (diluir no café expresso)
100g de confeitos de chocolate amargo ralado para enrolar o brigadeiro

Modo de preparo
Leve todos os ingredientes ao fogo brando, sem parar de mexer, até desprender do fundo da panela.
Despeje a massa em um recipiente e deixe esfriar.
Faça bolinhas com as mãos ligeiramente molhadas em água gelada. Em seguida, decore com o chocolate amargo e acomode em forminhas.

Brigadeiro Belga

Ingredientes
1 lata de leite condensado
1/2 lata de creme de leite light
1 colher de sobremesa de manteiga sem sal
200g de chocolate belga triturado

Modo de preparo
Em uma panela média, coloque o leite condensado e a manteiga e leve ao fogo baixo. Quando estiver quente, acrescente o creme de leite light e o chocolate belga triturado, misturando sempre com o batedor, até desgrudar do fundo da panela. Coloque em um recipiente de vidro e deixe descansar  por quatro horas em temperatura ambiente. Unte as mãos com manteiga e modele as bolinhas com o auxilio de um boleador. Confeite com o chocolate.

terça-feira, 6 de março de 2012

Cruzeiro: Splendour of the Seas

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Então, foi assim do nada que decidimos fazer este cruzeiro. Eu estava sem dinheiro e sem rumo para as férias. A saída ia ser ir para o apartamento da tia em Santos, maridão, cachorro e minha amiga Neya com o marido dela, o Nei. Apenas uma semana, mas pra mim já está valendo.

Então do nada recebi um email de uma promoção daquelas do cruzeiro Splendour of the Seas bem na semana das nossas férias. Cabine com varanda, 3 noites e 4 dias, em 10 suaves prestações. Fechamos na hora. Sabe aqueles sites de compra coletiva? Então, tínhamos 6 horas para decidir, e decidimos pelo sim. No começo fiquei com um pouco de medo de ser meio furada, mas deu tudo certo afinal.

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Bom, o cruzeiro era curto, ia até Buzio-RJ e voltava com + um dia de navegação. Eu gostei muito, alias, sempre adoro e aproveito tudo o que é bom.

O Splendour é da Royal Caribbean, ele é menor do que o Música da MSC que fiz primeiro, mas mesmo assim aproveitei muito.

Os shows são legais, o jantar maravilhoso. Uma coisa que gostei é que ele é americano, então tem todas aquelas guloseimas e porcarias que americanos comem... inclusive panquecas com calda no café da manhã. Sensacional.

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Num dos shows teve show do Gary Willians, um excelente cantor de jazz que interpreta grandes nomes como Frank Sinatra e Nat King Cole. Acho que só pelo show super hiper valeu.

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O navio tem várias atrações: mini-golf, parede de escalada, piscina coberta e descoberta, SPA (caríssimo), lojas e comida excelente.

Tem também um excelente atendimento e comida a bordo durante todo o dia literalmente. Alias, comparando com o MSC-Musica, o Splendour tem comida das 7 da manhã até as 4 da manhã, saudável e porcaria para vc escolher o dia todo. Já no MSC-Musica, que depois do almoço apenas serviu pizzinhas e lanchinhos até o jantar, e depois mais nada.

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Prato típico americano.. .rsssss

No Splendour tinha cachorro-quente o dia todo, e no restaurante da piscina lanchinhos variados típicos americanos e mexicanos, e salada no estilo faça-você-mesmo.

Alias, falando de comida, gostei muito mais do Splendour, uma comida muito mais saborosa tanto nos lanches, como no almoço e jantar. As sobremesas então, tiravam o fôlego, e enchiam a barriga da “banha”. Mas e daí?

O que senti falta foi que no MSC-Musica tinha durante todo o dia na piscina uma turma de entretenimento que no Splendour não tinha. Apenas algumas atrações esporádicas. Como foi o primeiro cruzeiro da temporada, talvez em outro pudesse ser diferente. Não sei se tem esta diferença.

Mas sem falar mal de um ou bem de outro. Ambos têm seus pontos negativos e positivos. O atendimento do Splendour é mil vezes melhor que do MSC-Musica. Parece que a tripulação trabalha com prazer, diferente do MSC-Musica que todos estavam sempre de mal humor. Nós conversamos com um Húngaro sobre isto, e ele já tinha trabalhado para a empresa MSC, e disse que o tratamento na Royal Caribbean com os funcionários, liberdade etc é ótima, e que da empresa MSC eles tratam meio como escravos.

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Quarto

Enfim, meio a meio em questão de elogios e críticas de ambos, fazendo uma comparação. Mas faria um outro cruzeiro da Royal Caribbean, em um navio maior para poder ter uma melhor comparação, pois o Splendour é pequeno, e como fiz primeiro um navio grande, o Splendour parecia meio sem o que fazer, apesar de ter.

Mas vamos às fotos:

 

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Jantares maravilhosamente gulosos... já estou até mais gordinha só de lembrar.

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Logo depois do jantar, festa do branco nas piscina.

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Com o Neno, e mar ao fundo. Com a Neya, e a galera ao fundo.

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Apenas uma parada: Búzios – que é bem legal, mas quando chegamos o tempo estava meio pra chuva e acabamos andando a pé mesmo pela rua de pedra e também fomos caminhando pelas praias próximas do cais. Mais a tarde o sol resolveu sair, mas já não dava mais tempo de pegar um bugue ou taxi para conhecer outras praias famosas e badaladas.

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Na volta para Santos, o Navio passou bem devagar pelo Rio, então deu para tirar fotos lindas vistas do Navio.

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hahaha, parecem 2 políticos... hahaha

sábado, 18 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Utopia

Recebi este texto por email e me identifiquei completamente. Não sei o autor, mas ele conseguiu descrever exatamente o que penso sobre esta loucura de vida que temos hoje.

Fui criada com princípios morais comuns.
Quando criança, ladrões tinham a aparência de ladrões e nossa única preocupação em relação à segurança era a de que os “lanterninhas” dos cinemas nos expulsassem devido às batidas com os pés no chão quando uma determinada música era tocada no início dos filmes, nas matinês de domingo.
Mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos eram autoridades presumidas, dignas de respeito
e consideração.
Quanto mais próximos, e/ou mais velhos, mais afeto.
Inimaginável responder deseducadamente à policiais, mestres,
aos mais idosos,
autoridades.
Confiávamos nos adultos porque todos eram pais e mães de todas as crianças da rua, do bairro, da cidade.
Tínhamos medo apenas do escuro, de sapos, de filmes de terror.
Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo que perdemos.
Por tudo que meus netos um dia temerão.
Pelo medo no olhar de crianças, jovens, velhos e adultos.
Matar os pais, os avós, violentar crianças, seqüestrar, roubar, enganar, passar a perna, tudo virou banalidade de notícias policiais, esquecidas após o primeiro intervalo comercial.
Agentes de trânsito multando infratores são exploradores, funcionários de indústrias de multas.
Policiais em blitz são abuso de autoridade.
Regalias em presídios são matéria votada em reuniões.
Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos.
Não levar vantagem é ser otário.
Pagar dívidas em dia é bancar o bobo, anistia para os caloteiros de plantão.
Ladrões de terno e gravata, assassinos com cara de anjo, pedófilos de cabelos brancos.
O que aconteceu conosco?
Professores surrados em salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas janelas e portas.Crianças morrendo de fome!
Que valores são esses?
Carros que valem mais que abraço,
filhos querendo-os como brindes por passar de ano.
Celulares nas mochilas dos recém saídos das fraldas.
TV, DVD, vídeo-games...
O que vai querer em troca desse abraço, meu filho?
Mais vale um Armani do que um diploma.
Mais vale um telão do que um papo.
Mais vale um baseado do que um sorvete.
Mais valem dois vinténs do que um gosto.
Que lares são esses?
Jovens ausentes, pais ausentes.
Droga presente.
E o presente?
O que é aquilo?
Uma droga!
Uma árvore, uma galinha, uma estrela, ou uma flor?
Quando foi que tudo sumiu ou virou ridículo?
Quando foi que esqueci o nome do meu vizinho?
Quando foi que olhei nos olhos de quem me pede roupa, comida, calçado sem sentir medo?
Quando foi que me fechei?
Quero de volta a minha dignidade, a minha paz
Quero de volta a lei e a ordem
Quero liberdade com segurança!
Quero tirar as grades da minha janela para tocar as flores!
Quero sentar na calçada e ter a porta aberta nas noites de verão.
Quero a honestidade como motivo de orgulho.
Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olho no olho.
Quero a esperança, a alegria.
Quero a vergonha, a solidariedade.
Teto para todos, comida na mesa, saúde a mil.
Quero calar a boca de quem diz: “ a nível de”, enquanto pessoa.
Abaixo o “TER”, viva o “SER”!
E viva o retorno da verdadeira vida, simples como uma gota de chuva, limpa como um céu de abril, leve como a brisa da manhã!
E definitivamente comum, como eu.
Adoro o meu mundo simples e comum.
Ter o amor, a solidariedade, a fraternidade como base.
Vamos voltar a ser “gente”?
A indignação diante da falta de ética, de moral, de respeito...
Discordar do absurdo.
Construir sempre um mundo melhor, mais justo, mais humano, onde as pessoas respeitem as pessoas.
Utopia?